Isaac Fn

Assuntos diversos .

Não vou perder tempo com apresentações.

Pois bem, minha mãe pediu para eu dar uma olhada no site, pois bem estava lendo um topico, e olhei sua resposta a dois comentários.
Eu acho uma completa idiotice de ambas as partes ficarem reclamando sem fazer uma causa, vocês não etendem que o problema não são nas crianças nas sim nos que comandam as formas de mídias neste país.
E um dos comentários um Bruno, disse que comprava algumas vezes jogos piratas pelos impostos serem muito altos. Me digam como a Índia conquistou sua independência, por que não saem desse princípio para está causa.
Não adianta diminuir ou retirar totalmente a violência dos jogos, se todos os dias vemos mortes nos jornais.

"Hospital italiano abre divisão para tratar de viciados em internet." No lugar deles elaborarem formas de fazer crianças e jovens serem atraídas para esportesou algo como musíca coisas deste tipo, criam uma divisão para tratar.(Como eu falei deveria ter projetos para não ter mais caso, pois chegará um dia que não poderam suprir tamanha demanda.)

"R4DS - Não estimule a pirataria." Não concorda que se diminuir muito a venda de jogos originais ou qualquer coisa desse tipo não estariamos obrigando-os a baixarem os preços.
Se isso fosse acompanhado de campanhas e protesto aõs alto preços que encontramos, seria melhor para todos.

"As top 10 buscas feitas por crianças."(Como afirmam que todas são de crianças ? Estou curioso.) 4ª palavra - Sexo | 6ª palavra - Pornô .
Não acha que isto seria resolvido se os país tratassem deste assunto dentro de casa ?

"Respondendo a uma mãe se existe pornografia na internet" O problema são que os criadores dos sites pornográficos, é de que não foram educados sobre o assunto quando crianças, muitas vezes por culpa da desigualdade social, muitos destes país não possuem um nível cultural para educar seus filhos para esses tipos de assuntos.

Bem eu adoraria a responder todos os topícos, mas já perdi alguum tempo aqui, tenho que ir para a escola.

Gostaria que lembrassem que todas as respostas corretas nós ja sabemos, oque falta alguns e outros se manifestarem para estas respostas amadurecerem em suas mentes.

Meu nome é Isaac tenho 15 anos, email de contato isaacikik3@hotmail.com .

Até a proxima.

Einstein

(1879-1955)
Físico germano-americano
Albert Einstein nasceu em Ulm (Württemberg,
sul da Alemanha) no dia 14 de março de 1879. Seu pai, Hermann Einstein,
possuía uma oficina eletrotécnica e tinha um grande interesse
por tudo que se relacionasse com invenções elétricas.


Foi em Munique que Albert recebeu sua educação
primária e secundária. Quando criança, não
apresentava nenhum sinal de genialidade; muito pelo contrário, seu
desenvolvimento se deu de modo bastante moroso até a idade de nove
anos. No entanto, a sua paixão em contemplar os mistérios
da Natureza começou muito cedo - aos quatro anos - quando ficou
maravilhado com uma bússola que ganhara de presente do pai. "Como
é que uma agulha pode se movimentar, flutuando no espaço,
sem auxílio de nenhum mecanismo?" - perguntava a si mesmo.


Na escola, Albert sentia grande dificuldade
para se adaptar às norma rígidas do estudo. Os professores
eram muito autoritários e exigiam que os alunos soubessem tudo de
cor. Geografia, História e Francês era os seus grandes suplícios;
preferia mais as matérias que exigiam compreensão e raciocínio,
tal como a matemática.


Fez seus estudos superiores na Escola Politécnica
de Zurique e, em 1900, graduou-se em Matemática e em Física.
Durante esse período, não chegou a ser um excelente aluno
- sobretudo pelo fato de já estar fascinado por algumas questões
que o absorviam completamente - enquanto que o curso exigia um estudo mais
superficial devido ao grande número de matérias que eram
ministradas.


Em suas notas autobiográficas, Einstein
conta que nessa época ficou tão enfastiado das questões
científicas que, logo depois de se formar, passou um ano inteiro
sem ler nenhuma das revista especializadas que eram publicadas. Isto possivelmente
pelo fato de já haver, durante todo os grandes cientistas da época
- particularmente Helmholtz, Hertz e Boltzmann - adiantando-se no programa
estabelecido pela faculdade. Preferia ficar lendo em casa a ir assistir
às aulas.


Depois de se formar, Einstein procurou emprego
durante muito tempo. Enquanto isso, dedicava algumas horas do dia lecionando
numa escola secundária. O emprego que mais queria, o de professor-assistente
na sua Universidade, havia malogrado. Então, em 1902, Grossmann,
um colega de faculdade, consegue-lhe um emprego como técnico especializado
no Departamento Oficial de Registro de Patentes de Berna, onde Einstein
permaneceu até 1909, quando a Universidade de Zurique convida-o
para o cargo de professor.


Em 1907, Einstein tenta obter a Venia Legendi
(direito para magistrar em faculdades) na Universidade de Berna. Como dissertação
inaugural, apresentou o artigo de 1905 intitulado "Eletrodinâmica
dos Corpos em Movimento" (nessa época ainda extremamente controvertido),
trabalho que o professor de física experimental recusou e criticou
violentamente. Einstein se ressentiu com o fato que adiava novamente seu
ingresso no magistério universitário. No entanto, meses mais
tarde, por insistência de seus amigos, tenta novamente e, desta vez
é admitido.


Como professor, não era eloqüente
em suas exposições, em parte porque não dispunha de
tempo para se preparar, e em parte porque não apreciava desempenhar
o papel de dono da sabedoria. Alguns alunos sentiam-se atraídos
pela sua figura, devido à extrema simplicidade e modéstia
que possuía.


Em 1913, o grande físico Max Planck
e o celebre físico-químico Walter Nernst visitaram-no pessoalmente,
convidando-o para cargo de diretor de Física do Kaiser Wilhelm Institute,
em Berlim. Einstein aceitou! Começa então uma nova fase de
realizações na vida de Einstein. A proximidade com Planck,
Laue, Rubens e Nernst teve efeito eletrizante. Suas pesquisas sobre os
fenômenos gravitacionais, puderam ser finalizadas e apresentadas
à Academia Prussiana de Ciências em 4 de novembro de 1915,
sob o título de Teoria da Relatividade Generalizada.


Einstein solucionara o problema da harmonia
celeste. Segundo ele, todas as tentativas anteriores para esclarecer a
estrutura do Universo tinham se baseado numa suposição falsa:
os cientistas julgavam que o que parecia verdadeiro a eles, quando observavam
o Universo de sua posição relativa, devia ser verdadeiro
para todos os que observam o Universo de todos os outros pontos de vista.
Para Einstein, não existia essa verdade absoluta. A mesma paisagem
podia ser uma coisa para o pedestre, outra coisa totalmente para o motorista,
e ainda outra coisa diferente para o aviador. A verdade absoluta somente
podia ser determinada pela soma de todas as observações
relativas
.


Em oposição à doutrina
newtoniana, Einstein declarava que tudo se achava em movimento (e não
que tendem a permanecer em repouso). E explicava que as velocidades dos
diversos corpos em movimento no Universo são relativas umas às
outras. A única exceção a essa relatividade do movimento,
era a velocidade da luz, a maior que conhecemos, constituindo o fator imutável
de todas as equações da velocidade relativa dos corpos em
movimento. Além da velocidade a lei da relatividade aplicava-se
também à direção de um corpo em movimento.
Por exemplo, ao deixar cair uma pedra do alto de uma torre ao solo, para
nós parecerá que caiu em linha reta; para um observador hipotético
(pessoa ou instrumento registrador) situado no espaço a pedra descreveria
uma linha curva, porquanto se registraria não só o movimento
da pedra sobre o nosso planeta em redor do eixo; e para um terceiro observador;
em outro planeta sujeito a um movimento diferente do da Terra, a pedra
descreveria outra linha diferente. Todas as trajetórias, ou direções,
de um corpo em movimento eram, pois, relativas aos pontos de onde se observava
o deslocamento desse corpo. Ainda havia um terceiro fator na relatividade:
o tamanho do corpo em movimento. Todos os corpos se contraem ao mover-se:
para um observador num trem em grande velocidade, o trem é mais
comprido que para um observador que o vê da margem férrea;
a contração de um objeto em movimento aumentaria proporcionalmente
à velocidade. Uma vara que mede uma jarda em estado de repouso,
ficaria reduzida a zero se posta em movimento com a velocidade da luz.
O espaço, pois, era relativo. E o mesmo se podia dizer do tempo:
o passado, o presente e o futuro não passariam de três pontos
no tempo, como os três pontos do espaço ocupados, por exemplo,
por três cidades (Washington, Nova York e Boston). Segundo Einstein,
cientificamente falando, era tão lógico viajar de amanhã
para ontem como viajar de Boston a Washington. Se um homem pudesse deslocar-se
com uma velocidade superior à da luz, alcançaria o passado
e teria data do seu nascimento relegada para o futuro; veria os efeitos
antes das causas, e presenciaria os acontecimentos antes que eles sucedessem
realmente. Cada planeta possui o seu sistema cronométrico próprio,
diferente de todos os outros. O sistema da Terra, longe de constituir uma
medida absoluta do tempo para toda a parte, não passa de uma tabela
de movimento do nosso planeta ao redor do Sol. O dia é uma medida
de movimento através do espaço. Nossa posição
no tempo depende inteiramente da nossa situação no espaço.
A luz que nos traz a imagem de uma estrela distante, pode ser a estrela
de milhões de anos atrás; um acontecimento ocorrido na Terra
há milhares de anos só agora poderia estar sendo presenciado
por um observador em outro planeta, que, por conseguinte, o considera como
um episódio atual. O que é hoje em nosso planeta, pode ser
ontem num outro planeta, e amanhã em um terceiro, pois o tempo é
uma dimensão do espaço, e o espaço é uma dimensão
do tempo. Para Einstein, o Universo era uma continuidade espaço-tempo;
um dependia do outro. Ambos deviam ser encarados como aspectos coordenados
da concepção matemática da realidade. O mundo não
era tridimensional - consistia nas três dimensões do espaço
e numa quarta dimensão adicional: o tempo.


Mais tarde, concluiu ainda Einstein, sobre
os fenômenos gravitacionais, que não existe embaixo nem em
cima no Universo, no sentido de que os objetos caíam por serem puxados
para baixo na direção de um centro de gravitação.
"O movimento de um corpo se deve unicamente à tendência da
matéria para seguir o caminho de menor resistência". Os corpos,
no espaço escolheriam os caminhos mais fáceis e evitariam
os mais difíceis; não havia mais motivo para admitir a existência
de uma força de gravitação absoluta. Einstein provou,
por meio de uma série de fórmulas matemáticas, a curvatura
do espaço, cujo ponto principal da teoria é: a distância
mais curta entre dois pontos não é uma linha reta, mas uma,
linha curva, pois que o Universo consiste numa série de colinas
curvas, e todos os corpos do Universo caminham em redor das ladeiras curvas
dessas colinas. Na verdade, não existe movimento em linha reta em
nosso Universo. Um raio de luz, que viaje de uma estrela remota em direção
à Terra, é desviado ao passar pela ladeira do espaço
que rodeia o Sol. Einstein calculou matematicamente o ângulo reto
desse desvio, que foi revelado correto no eclipse de 1919.


Esse trabalho, fruto de anos intensos de pesquisas,
acabou por reafirmar o seu reconhecimento por parte da comunidade científica
de mundo todo. Sua influência se fez sentir em praticamente todos
os campos da Física. Nessa mesma época começavam a
se organizar na Alemanha grupos nacionalistas extremistas. O fato de Einstein
ser judeu, somado à sua posição contrária à
toda forma de nacionalismo e militarismo, e ainda à sua fama mundial,
aumentaram a inveja e o ódio dos imperialistas reacionários,
que se organizaram contra ele, sob a égide do físico ultranacionalista
Phillip von Lenard. E as ações desse grupo se tornaram ainda
mais ofensivas após 1921, quando Einstein recebeu o prêmio
Nobel. Ele foi ficando cada vez mais alarmado, principalmente após
o assassinato de Walter Rathenau, ministro das Relações Exteriores
da Alemanha e seu amigo íntimo. Apesar de Ter possibilidades de
mudar para qualquer outro lugar fora da Alemanha, decidiu permanecer em
Berlim para não se afastar do excelente clima científico
que lá existia. No entanto, a vitória do partido nazista
em 1933, compeliu-o a desistir de continuar em seu país natal. Demitiu-se
da Academia Prussiana de Ciências através de carta datada
de 28 de março de 1933. Suas posses foram confiscadas e sua cidadania
alemã (da qual ele já havia renunciado voluntariamente) foi
cassada. E, quando a situação se tornou insustentável,
já não estava mais na Alemanha.


Durante o ano de 1921, Einstein viajara aos
Estados Unidos, onde fora recebido com inigualável entusiasmo. Nenhum
monarca reinante havia recebido tão boa acolhida quanto ele. Milhares
de pessoas tinham comparecido às ruas de Nova York para saudá-lo,
quando passara desfilando em carro aberto. Dez anos mais tarde, as mesmas
cenas se repetiram em Los Angeles, quando Charles Chaplin foi à
estação para recepcioná-lo e levá-lo através
das ruas de Hollywood. Este virando-se para Einstein, disse: "Você
vê, eles aplaudem a mim porque todos me entendem, a você eles
aplaudem porque ninguém o entende."


De 1930 a 1933, Einstein esteve em Pasadena,
no Instituto Tecnológico da Califórnia, onde trabalhou no
recém-fundado Instituto para Estudos Superiores de Princeton. Tornou-se
cidadão americano em 1940.


Sua participação no projeto
Manhattan foi inteiramente acidental e muito lamentada mais tarde, se bem
que o projeto teria se concretizado mesmo sem a sua participação.
Em 1939, foi persuadido a escrever uma carta ao presidente Roosevelt, recomendando
a aceleração das pesquisas que levariam à criação
da bomba atômica. O contexto histórico praticamente o obrigou
a tal atitude: os alemães estavam também desenvolvendo idêntico
projeto e, se viessem a produzir a bomba antes, os efeitos poderiam ser
mais trágicos (Nota pessoal: Os efeitos da bomba atômica
seriam e foram trágicos de qualquer modo, tanto sob o domínio
norte-americano quanto nazista. Em uma guerra não há mocinhos
e bandidos, assim como não há vencedores e perdedores. Cabe
aqui uma citação, feita por Arthur Koestler: "Se me pedirem
para mencionar a data mais importante da História e da Pré-História
da raça humana, eu responderia sem a mínima hesitação:
o dia 06 de agosto de 1945. A razão é simples. Desde o alvorecer
da consciência até o dia 06 de agosto de 1945, o homem precisou
conviver com a perspectiva de sua morte como indivíduo. A partir
do dia em que a primeira bomba atômica sobrepujou o brilho do Sol
em Hiroshima, a humanidade, como um todo, deve conviver com a perspectiva
de sua extinção como espécie.").
A destruição
de Hiroshima pela bomba atômica, porém, constituiu-se no pior
dia de sua vida.


Einstein sempre pareceu mais velho do que
realmente era. A efervescência intelectual esgotou prematuramente
suas reservas físicas. Mais de uma vez em sua existência ficou
gravemente enfermo, porém sempre com uma boa chance de recuperação.
Mas em 1954, o rápido declínio de suas forças físicas
se manifestou de forma alarmante. Quando, em abril de 1955, ele foi transferido
para o hospital de Princeton, sentiu que o fim havia chegado. Na manhã
de 18 de abril, sua vida se extinguiu.



(Esta foto é inevitável!)

Quando estiver em dificuldade
E pensar em desistir,
Lembre-se dos obstáculos
Que já superou.
OLHE PARA TRÁS.

Se tropeçar e cair,
levante,
Não fique prostrado,
Esqueça o passado.
OLHE PARA FRENTE.

Ao sentir-se orgulhoso,
Por alguma realização pessoal,
Sonde suas motivações.
OLHE PARA DENTRO.

Antes que o egoísmo o domine,
Enquanto seu coração é sensível,
Socorra aos que o cercam.
OLHE PARA OS LADOS.

Na escalada rumo às altas posições
No afã de concretizar seus sonhos,
Observe se não está pisando EM ALGUEM
OLHE PARA BAIXO.

Edit By Isaac Fn Todos os direitos reservados .

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